sábado, 14 de setembro de 2013

A copa do mundo


De um lado o alto índice de pessoas indo reivindicar pelos gastos excessivos e não licitações das obras, de outro as empresas que querem privatizar os estádios brasileiros. Para quem gosta e se vê passivo de atitudes, apenas observa os acontecimentos naturalmente. Mas para outros não é tão simples engolir a seco os entulhos empurrados goela abaixo.
É difícil entender uma fatia da população, pois esta parte sai nas ruas lutando contra isso e em seguida vão aos estádios, ver os jogadores chutarem bola. Não é hipocrisia, é uma forma de crítica defendida com fatos reais. Não faz muito tempo que o Brasil conquistou um espaço significativo e histórico que com certeza estará nos livros que nossos netos lerão.
História essa que fará a diferença no futuro da nação, incentivará os mais novos a lutar pela transparência na administração do país.

Esta que precisa de um punho mais forte, comprometimento e visionários mais qualificados à frente desta
imensa responsabilidade com a sociedade. Chegará uma hora que o povo - como já aconteceu antes - irá as ruas e gritará pela referência de governo que tampouco sabe-se por onde anda.
Não há mais respeito com o cidadão, com o meio ambiente; não existe desenvolvimento sustentável; o interesse é apenas em gerar receitas cada vez mais altas que são oriundas de todos os lados só para a realização deste 'evento'. Se o investimento fosse empregado na construção de escolas, poderiam ser construídas milhares delas, tirando o futuro da nação das ruas e levando o conhecimento para maiores áreas, das quais não possuem ensino de qualidade e formas para se instruir os pequenos.
Ficar à merce não é uma opção, mas as pessoas não pensam, apenas caem no esquecimento e se veem equivocados quanto a suas tomadas de decisões[...]

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